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lunes, 30 de noviembre de 2015

CFM recebem último lote de carruagens ferroviárias da China

CFM recebem último lote de carruagens ferroviárias da China

A empresa estatal Portos e Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM) recebeu o último lote de carruagens ferroviárias encomendado na China para o transporte de carga e passageiros nas regiões sul e centro do país, disse o director da CFM-Sul, Augusto Abido.
O último lote a chegar ao porto de Maputo consiste em 33 carruagens , quatro furgões e igual número de geradores para dar resposta à procura crescente por transportes ferroviários que se verifica nas duas regiões mencionadas, com particular incidência na província de Maputo e na cidade da Beira, capital provincial de Sofala.
Com a chegada do novo equipamento, o sistema de transporte ferroviário passa a contar com mais 27 carruagens para a terceira classe, quatro de segunda classe e duas de primeira classe, o que devera permitir também o aumento do número de comboios em funcionamento, com vista a garantir maior comodidade aos passageiros.
Citado pelo jornal Domingo, Augusto Abido disse que, com a chegada do novo equipamento, o sistema de transporte ferroviário passa a contar com mais 27 carruagens para a terceira classe, quatro de segunda classe e duas de primeira classe, o que deverá permitir também o aumento do número de comboios em funcionamento.
Globalmente, serão colocadas 31 carruagens e quatro furgões na zona centro do país, concretamente nas rotas de Sena e Machipanda, sendo que o remanescente permanece na capital moçambicana, Maputo, para servir as vias de Chicanda, Goba e Ressano Garcia.
A CFM adquiriu em 2014 pelo menos 10 carruagens para o transporte de passageiros, número que se revelou insuficiente dada a procura existente, sendo que no percurso Matola/Maputo cerca de 100 mil pessoas utilizam diariamente o transporte ferroviário. (Macauhub/MZ)

lunes, 20 de julio de 2015

China ofereceu autocarros à empresa de transportes públicos de Maputo, Moçambique

China ofereceu autocarros à empresa de transportes públicos de Maputo, Moçambique

Maputo, Moçambique, 18 Jul – O governo da China ofereceu 72 autocarros novos à empresa Transportes Públicos de Maputo (TPM), um donativo avaliado em 30 milhões de yuans (cerca de 4,6 milhões de dólares), informou quinta-feira a agência noticiosa moçambicana AIM.
A decisão do governo da China de oferecer autocarros, da marca Yutong movidos a gasóleo, visou, de acordo com a AIM, ajudar Moçambique a minimizar o problema da falta de transporte de passageiros.
Falando durante a cerimónia da recepção dos autocarros, o primeiro-ministro moçambicano, Aires Ali, afirmou existir um acordo para o envio de peças sobressalentes e acrescentou ter-se a China comprometido igualmente a montar uma oficina e enviar técnicos a Moçambique para formar os funcionários da TPM na manutenção daqueles autocarros.
Por seu turno, o embaixador chinês em Moçambique, Huang Songfu, enalteceu os progressos económicos e sociais registados por Moçambique nos últimos anos e garantiu que o seu país pretende continuar a ajudar Moçambique na luta contra a pobreza.
A AIM informou ainda que a empresa TPM possui uma capacidade para transportar apenas 10% dos passageiros, actualmente calculados em cerca de 900 mil por dia, situação que poderá melhorar com alguns investimentos recentemente efectuados. (macauhub)

domingo, 12 de abril de 2015

Frota de barcos de pesca da Empresa Moçambicana de Atum fica completa em Maio

Frota de barcos de pesca da Empresa Moçambicana de Atum fica completa em Maio

A frota de barcos de pesca da Empresa Moçambicana de Atum (Ematum) fica completa em Maio próximo, mês em que se prevê cheguem as últimas seis embarcações que se irão juntar às 18 já recebidas, informou o jornal Notícias, de Maputo.
A Ematum, uma empresa de capitais públicos e privados para a pesca de atum e outros recursos marinhos, foi criada em 2013, devendo a sua frota comportar um total de 24 embarcações, sendo 21 para a faina e as restantes três para apoio.
De acordo com a informação prestada quinta-feira em Maputo no decurso de um encontro destinado à divulgação junto do sector privado nacional das oportunidades de negócio que se abrem no âmbito da cadeia de valor do atum, as embarcações da empresa têm capacidade para 30 toneladas de pescado e uma autonomia de dez dias no mar.
A primeira grande oportunidade de negócio tem a ver com a formação e recrutamento de pessoal moçambicano para operar os barcos, com o objectivo de se ir gradualmente substituindo os técnicos estrangeiros que maioritariamente compõem as tripulações.
Outras oportunidades estão nas áreas de fornecimento de mantimentos para os tripulantes, peças sobressalentes, óleos lubrificantes e combustíveis, anzóis, equipamentos de segurança, empresas de processamento de atum e derivados e outros utensílios que actualmente são importados de países como Venezuela, China, Coreia e Estados Unidos de América.
O ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas, Agostinho Mondlane, que participou no encontro, disse que o governo decidiu criar a Ematum, no âmbito da execução do Plano Director das Pescas 2010-2019, tendo em atenção o potencial disponível na zona costeira do Oceano Índico, incluindo Moçambique. (Macauhub/MZ)

Caminhos de Ferro de Moçambique procuram fundos para expandir rede

Caminhos de Ferro de Moçambique procuram fundos para expandir rede

A empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique pretende angariar 2,3 mil milhões de dólares para financiar o plano integrado de desenvolvimento da rede ferroviária e de instalações portuárias, afirmou em Maputo o presidente da estatal.
À margem da cerimónia de encerramento do XIX Conselho de Directores da CFM, o presidente Victor Gomes indicou que com fundos próprios a empresa iniciou a reparação da linha de Sena, que liga a região carbonífera de Moatize ao porto da Beira, de acordo com o matutino Notícias, de Maputo.
Em curso estão os estudos para a elaboração do Projecto de Reabilitação, Modernização e Expansão da Linha de Machipanda, para a elaboração do projecto de modernização e expansão da linha de Sena, do ramal da Vila Nova de Fronteira, bem como o de viabilidade técnica, económica e ambiental para a expansão do Terminal Petrolífero do porto da Beira.
Victor Gomes salientou estarem em nível avançado de execução o projecto de reconstrução de duas pontes na linha de Ressano Garcia, uma ao quilómetro 78 e outra ao quilómetro 74 bem como o de construção da linha de caminho-de-ferrp Moatize/Nacala (através do Malaui) e o projecto de recuperação do porto de Nacala.
Durante dois dias os responsáveis da CFM procederam ao balanço e avaliação do desempenho produtivo, económico e financeiro no exercício de 2014 e analisaram o relatório de desempenho económico e financeiro bem como o ponto de situação dos grandes projectos ferroviários e portuários. (Macauhub/MZ)

jueves, 2 de abril de 2015

Temane-Secunda Pipeline Expansion Complete

Mozambique Oil & Gas: Temane-Secunda Pipeline Expansion Complete

Temane - Secunda gas Pipeline
Loop Line 1 is already complete
The Republic of Mozambique Pipeline Investments Company (ROMPCO) recently announced the successful completion of a project to expand the existing 865 km of gas pipeline from the CPF at Temane in Mozambique to Secunda in South Africa. The project involved the installation of a pipeline in parallel to the existing pipeline starting from the CPF and running 128 km where it connects back into the main pipeline.
Named Loop Line 1, the expansion project increases ROMPCO’s gas transmission capacity. Loop Line 1 was built to transport gas to customers at the energy hub of Ressano Garcia in Mozambique, including the Central Térmica de Ressano Garcia (CTRG) gas-to-power facility, the Matola Gas Co. and Empresa Nacional de Hidrocarbonetos(ENH). This expansion in capacity enables the generation of more than 400 MW of power at Ressano Garcia. The project marks another milestone in enabling further in-country monetization of gas for Mozambicans.
ROMPCO is a JV between Sasol, Companhia Mocambiçana de Gasoduto S.A., and South African Gas Development Co. (SOC) Ltd. It owns the 865-km pipeline through which the gas purchased from Mozambique is transported to South Africa and to Ressano Garcia in Mozambique. It is a cornerstone of the natural gas project that saw Mozambican gas monetized for the first time.(Africa Petroleum)

jueves, 4 de diciembre de 2014

El aeropuerto Internacional de Nacala, en Mozambique, se inaugurará el proximo13 de diciembre 2014

El aeropuerto Internacional de Nacala, en Mozambique, se inaugurará el proximo13 de diciembre 2014

Diciembre - 2014 | Macahub | Comentarios (0)






El Aeropuerto Internacional de Nacala en Mozambique, cuya construcción está a cargo del grupo brasileño Odebrecht, prevé su inauguración para el próximo 13 de diciembre. La empresa española Indra ha firmado con esta compañía un contrato para el suministro de señalización y de los sistemas de vuelo.
El aeropuerto de Nacala es una de las grandes obras que se están llevando a cabo en la ciudad perteneciente a la provincia de Nampula y pretende convertirse en el polo de atracción de inversiones para el país. Nacala es el puerto natural más grande del oriente africano. Tiene una profundidad de 60 metros y una bocana de 800.
A la obra acudió el ministro de Transportes del país acompañado de algunos representantes de compañías aéreas interesadas en invertir, tales como Ethiopian Airlines y South African Airways. No obstante, inicialmente sólo será Linhas Aéreas de Mozambique (LAM) la única compañía que opere en este aeropuerto.
La conversión de la base aérea de Nacala en un aeropuerto internacional tendrá un coste de más de 200 millones de dólares (160 millones de euros), financiado parcialmente por un préstamo de 80 millones de dólares (64 millones de euros) otorgado por el Banco Nacional de Desarrollo del Gobierno de Brasil, BNDES. Dicho préstamo es parte de una línea de crédito abierto de 300 millones de dólares (240 millones de euros) del gobierno de Brasil para apoyar proyectos en Mozambique.

La nueva infraestructura, en construcción desde septiembre de 2011, tendrá 16 mostradores de facturación, dos salas de embarque, tanto para el tráfico nacional como internacional y la capacidad de recibir hasta 1.240 de pasajeros. 


 

jueves, 20 de noviembre de 2014

Pescanova irrumpe en el negocio ferroviario de Mozambique

Pescanova irrumpe en el negocio ferroviario de Mozambique


El astillero Beiranave, propiedad de la pesquera, se encargará del mantenimiento de locomotoras de los trenes de mercancías y de la reparación de buques de los yacimientos de gas

Por Luis S. Pinal Martín
08/11/2014 23:39horas
La filial de construcción naval de Pescanova en Mozambique dará el salto al sector ferroviario, aprovechando el boom de este negocio en el país africano. El astillero Beiranave, especializado hasta ahora en el mantenimiento de la flota propia de la multinacional gallega y de otras compañías pesqueras, trabajará casi monopolísticamente en la reparación de las grandes locomotoras empleadas para el movimiento de los trenes de mercancías, un prolífico sector en una de las economías más deprimidas del continente, aunque favorecida por unas enormes reservas de gas recientemente descubiertas mar adentro en sus aguas soberanas.

Beiranave, filial de Pescamar, y esta, a su vez, propiedad de Pescanova, es la mayor empresa de reparación naval de Mozambique. Situada en el puerto industrial de Beira, en el centro costero del país, hará los trabajos de mantenimiento en el sector ferroviario en condición de semi trust, porque es la única capaz de afrontarlos en este momento. El astillero, comprado por Pescanova para dar cobertura a su extensa flota, fue renovado por última vez en 2008, creando un dique seco y dragando su acceso para dar entrada a buques de hasta 200 metros de eslora. Moderniza en torno a 100 naves al año y tiene una sección especializada en reparación de motores.

Mercancías norte-sur

Fuentes empresariales españolas en el país africano explicaron que el fuerte, e interesado, impulso que está recibiendo la economía mozambiqueña por parte de las potencias económicas internacionales, multiplicará los trabajos de mantenimiento de las locomotoras de arrastre de los convoyes. Estos se emplean fundamentalmente en un corredor de mercancías a lo largo del territorio, conectando Beira con Maputo, la capital, y con el extremo norte del país. La misma versión añade que el negocio de Beiranave también pasa por el inminente boom del mantenimiento de los buques auxiliares necesarios para explotar los yacimientos de gas off-shore y las plantas de licuefacción en tierra firme.

El negocio para Beiranave no es precisamente pequeño. Las líneas férreas del país se construyen a marchas forzadas para comunicar el norte y el sur desde un punto de vista básicamente productivo. En el futuro, las conexiones comerciales podrían llegar hasta sus vecinos Zimbabwue, Zambia y Malawi, e incluso Namibia, materializando una línea interestatal africana este-oeste. La filial de Pescanova está, por tanto, en el lugar perfecto y en el momento preciso. En Beira, ciudad industrial por excelencia, está también el cuartel general de Pescamar, que controla el 70% de los cupos de captura de langostinos, gambas y camarones.

Gasodólares

Pero también la avalancha de gasodólares mozambiqueños está a la vuelta de la esquina. China. Japón, EE. UU. y la UE están girando su atención sobre la economía de este país africano, invirtiendo ingentes cifras de dinero de forma preventiva para poder quedarse probablemente con parte de las gigantescas reservas de gas, valoradas en cerca de 120.000 millones de euros los primeros 10 años, descubiertas en su plataforma continental. La norteamericana Anadarko y la italiana ENI manejan en sus previsiones que controlan en el país bañado por el Índico tanto gas como hay en Libia o en Kuwait.

Cónsul honorario

El astillero y toda la arquitectura empresarial de Pescanova en Mozambique no son cualquier cosa y tienen una cierta proyección política. Las filiales Efripel, Pescabom y Beiranave, cuestionadas por estar en su momento al margen de las cuentas consolidadas del grupo Pescanova, están bajo la órbita de Pescamar, que, además, tiene ramificaciones en Angola. El director general del grupo Pescanova en Mozambique es Francisco Vilas, cónsul honorario español en el país, con residencia en Beira. Vilas es uno de los principales promotores y directores provisionales de la embrionaria Cámara de Comercio Mozambique-España, en fase de constitución, y que cuenta con el respaldo expreso de la embajada española en el país africano.

miércoles, 10 de septiembre de 2014

Five of 30 ships ordered by Ematum arrive in Mozambique

Five of 30 ships ordered by Ematum arrive in Mozambique
19.08.2014 - in MacauHub >
Five of the 30 ships ordered by Mozambican tuna fishing company Empresa Moçambicana de Atum (Ematum) from a shipyard in Cherbourg, France, have arrived in Mozambique, Fishing Minister Victor Borges said two days ago.
five-of-30-ships-ordered-by-ematum-arrive-in-mozambique.jpg

 The minister also said that the ships would start operating at the end of the year. Ematum ordered 24 fishing vessels, including line fishing boats and trawlers, and six patrol boats, costing between 200 million (US%267 million) according to the French press. 

Ematum took on a loan of US$850 million in the European bond market for this acquisition, which was undersigned by the Mozambican government.

According to Angolan news agency AI the difference of almost US$500 million will be spent on radar equipment, satellite communications, onshore facilities, technology transfer and training. 

Ematum is a state company, which is 34-percent owned by state stake holding company Instituto de Gestão das Participações do Estado (Igepe). 

Fishing company Empresa Moçambicana de Pescas (Emopescas) and investment management company Gestão de Investimentos, Participações e Serviços (GIPS) also each own 33 percent of Ematum. 

In its turn, Emopescas is 80-percent owned by the Mozambican State and 20 percent by fishing fund Fundo de Fomento Pesqueiro (FFP) and GIPS is owned by state social and state security service Serviços Sociais dos Serviços de Informação e Segurança do Estado (Sersse). 

viernes, 25 de julio de 2014

Primeiros barcos para Ematum estão a caminho de Moçambique

Primeiros barcos para Ematum estão a caminho de Moçambique
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Destaques - Nacional
Escrito por Adérito Caldeira  em 15 Julho 2014
Cinco barcos de pesca construídos na empresa francesa Construções mecânicas da Normandia (CMN) deixaram o porto de Cherbourg, no noroeste da França, em direcção a Moçambique, onde devem chegar em meados do próximo mês de Agosto. Estes barcos de pesca são parte das 30 embarcações adquiridas pelo Governo de Moçambique, através da Empresa Moçambicana de Atum (EMATUM), no valor de 200 milhões de Euros.
Segundo a agência France Press, estas cinco embarcações, de 23,50 metros cada uma, são as primeiras a serem entregues a EMATUM que também encomendou a mesma empresa a construção de 24 traineiras, três barcos-patrulha de 32 metros.
A fonte acrescente que embora a compra tenha sido acordada com a empresa francesa 16 destas embarcações serão construídas na Roménia, país onde recentemente a Força Aérea de Moçambique efectuou a modernização oito caças MiG-21 e um L-39 na empresa a Aerostar.
Entretanto continuam a não estar clara a aquisição destas embarcações devido ao processo de criação da EMATUM, que aparece como compradora em Setembro de 2013 quando, segundo o jornal "Canalmoz", a sua escritura aconteceu no dia 02 de Agosto de 2013.
São accionistas da EMATUM o IGEPE – Instituto de Gestão das Participações do Estado, a Emopesca – Empresa Moçambicana de Pesca e, a GIPS - Gestão de Investimentos, Participações e Serviços, Limitada - uma entidade unicamente participada pelos Serviços Sociais do Serviço de Informação e Segurança do Estado (oficialmente abreviado como SERSSE).
Pouco clara é também a operação financeira para a compra destas embarcações. De acordo com o jornal eletrónico moçambicano "Media Fax", a EMATUM entrou nos mercados europeus para se autofinanciar, tendo contraído em nome de Moçambique dívidas na ordem dos 625 milhões de euros, mais do triplo do valor publicamente declarado como custo das embarcações pela empresa francesa CMN.
Avalizando esta operação o Governo de Armando Guebuza violou o tecto do valor que, por força da Lei Orçamental, possui como máximo para caso de garantia do Estado, que é de 6.4 milhões de euros. As dívidas contraídas pela EMATUM ultrapassam esse tecto em mais de cem vezes.
Recorde-se que no âmbito deste negócio, em jeito de avalista, o Chefe de Estado moçambicano, Armando Guebuza, visitou os estaleiros navais da CMN, a 30 de Setembro de 2013, acompanhado pelo seu homólogo francês, François Hollande.
Entretanto, o Primeiro-ministro, Alberto Vaquina, disse ao Parlamento que a criação da Empresa Moçambicana de Atum vem abrir espaço para que Moçambique comece a participar de forma activa no negócio do atum que até à data é feito largamente por países da União Europeia e pelo Japão.
Vaquina foi secundado pelo seu Ministro das Pescas, Victor Borges, que acrescentou que a contribuição da pesca do atum para a economia moçambicana é de pouco mais de um milhão de dólares americanos, uma contribuição marginal. Com a criação da EMATUM, o negócio pode gerar uma receita anual de 90 milhões de dólares, para além de que o uso dos portos nacionais e demais serviços pode produzir receitas entre 150 a 200 mil dólares por cada entrada de barco. “Igualmente, com a entrada em funcionamento da EMATUM, pode-se gerar mil e 500 empregos para os jovens moçambicanos, sem incluir os empregos indirectos gerados pela industrialização e comercialização do atum e outros empregos”, disse Borges ao Parlamento.
Aguarda-se com apreensão a Assembleia-Geral ordinária da EMATUM, prevista reunir-se no próximo dia 29 de Julho em Maputo, e que deverá deliberar sobre o plano e o Orçamento, eleger o Conselho Fiscal e fixar as remunerações para os órgãos sociais, até a data desconhecidos.

jueves, 17 de julio de 2014

Pescamar - De Langostinos y Camarones

De langostinos y camarones
Pescamar es la mayor empresa pesquera de Mozambique.​
El portugués y el español, siendo idiomas tan similares, se disocian a veces y toman caminos imprevisibles, de modo que, para el español que vive en Mozambique y que está acostumbrado a que lo entiendan sin mayor esfuerzo, las cosas se pueden poner difíciles. Por ejemplo, intentemos explicarle a un mozambiqueño las diferencias entre una quisquilla, un camarón, una gamba, un gambón, un carabinero o un langostino: para ellos todos son “camarões”, grandes, pequeños, tigres o salvajes, pero “camarões” sin más, una palabra tan potente y con un contenido semántico tan amplio, que hasta bautizó a un país entero en este continente (por mucho que nosotros lo hayamos bastardeado traduciéndolo como Camerún).

Pescanova, que tanto sabe de tipos de crustáceos, tuvo que hacer equilibrios lingüísticos en Mozambique, dejar de hablar de langostinos salvajes y ponerse a pescar “camarones”. Tan bien les fue, que se convirtieron en la empresa más importante de España en este país. Aquarius navegacion maputo.jpg

Impresiona saber que hoy por hoy tienen en Mozambique 32 barcos operativos y 1000 trabajadores; que disponen de un dique seco enorme en el puerto de Beira donde reparan cada año un centenar de barcos, propios y ajenos; que su astillero es el único con capacidad autónoma nacional y el mayor entre Durban y Mombassa; que su presencia en Quelimane y en Beira es fundamental para estas ciudades, porque han sabido invertir en sus habitantes dándoles trabajo, ofreciendo becas a sus hijos, rehabilitando edificios históricos, instalando frigoríficos y almacenes y dinamizando el tejido industrial y social. La colonia española en toda las provincias centrales del país están vinculadas en buena medida con esta empresa; y eso justifica que su director, Francisco Vilas, sea también nuestro cónsul honorario en la ciudad de Beira.
flota pesquera maputo.JPG

La empresa con la que operan es mozambiqueña y se llama “Pescamar”, también en eso Pescanova ha conseguido que sea el país quien se beneficie de su inversión y de su trabajo.

La infraestructura que se ha creado en Beira y Quelimane ha permitido la formación de cientos de mozambiqueños en el ámbito de la pesca, el mecánico (hasta reparan motores de tracción de locomotoras) y el de la construcción civil. Durante cierto tiempo incluso han sido los únicos que han ofrecido un servicio de protección costera con lanchas propias.Aruangwa-Veios elice maputo.jpg
Pescamar es toda una referencia para Mozambique a la hora de plantearse cómo explotar sus recursos pesqueros de una forma ordenada y sostenible y de cómo hacer que una inversión extranjera ayude al desarrollo de la industria nacional y la capacitación de sus recursos humanos. Aruangwa-vista general casi repado .jpg

miércoles, 15 de enero de 2014

Redes de transportes transnacionais em África recebem investimento de 1 bilião de dólares liderado pela China

Redes de transportes transnacionais em África recebem investimento de 1 bilião de dólares liderado pela China

As redes de transportes transnacionais, atravessando países como Angola e Moçambique, deverão ser as principais beneficiárias do investimento de 1 bilião de dólares liderado pela China em África nos próximos 12 anos.
“Temos muito dinheiro para aplicar”, afirmou no final do ano passado o quadro superior do Banco de Exportações e Importações (ExIm) da China, Zhao Changhui, na Cimeira de Investimento Africano (Hong Kong), de onde saiu o compromisso de serem aplicados 1 bilião de dólares pela China e pelos bancos públicos dos países beneficiários.
Deste total, 80% virá do Banco ExIm, destinando-se à construção de auto-estradas transnacionais, linhas de caminhos-de-ferro e aeroportos e, de acordo com Zhao, 500 mil milhões podem ser aplicados no antigo projecto de ligação ferroviária do Cairo à Cidade do Cabo.
Para Robert I. Rotberg, professor da Paterson School of International Affairs da Carleton University (Otava, Canadá), os investimentos e apoio chinês em África vão tornar-se “ainda mais valiosos” nos próximos anos para a continuação do crescimento económico, com a expansão prevista da população africana, em países como a Nigéria ou a República Democrática do Congo.
“Felizmente, a China parece vocacionada para fortalecer a sua parceria com países chave em África (…) O investimento chinês pode ajudar o povo africano a continuar a atingir elevados níveis de vida e muito mais independência económica”, disse Rotberg em artigo na folha de informação China-US Focus, em análise ao encontro de Hong Kong.
Num sinal da importância dada às relações com África, o ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi, escolheu o continente africano para a sua primeira visita em 2014, concluída a 11 de Janeiro, que incluiu Etiópia, Djibouti, Gana e Senegal.
“Também é a primeira visita realizada pelo ministro à África a sul do Saara após a tomada de posse da nova administração da China”, sublinhou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Qin Gang.
No final do ano passado, um novo acordo de cooperação económica e técnica Angola-China foi rubricado em Luanda pela secretária de Estado para a Cooperação, Ângela Bragança, e pelo embaixador da China em Angola, Gao Kexiang.
No âmbito do acordo, a China vai prestar uma ajuda não reembolsável ao governo angolano, no montante de 200 milhões de yuan, que será aplicado na reconstrução do Hospital Geral de Luanda.
Em declarações à imprensa, Ângela Bragança referiu que se trata de mais um passo para consolidar a parceria estratégica entre os dois países, enquanto o diplomata chinês garantiu que a assinatura deste acordo mostra o interesse de Pequim em continuar a participar no processo de desenvolvimento de Angola.
A China dispõe de reservas externas de cerca de 3,5 mil milhões de dólares, que podem ser aplicadas em investimentos directos em países africanos, empréstimos comerciais ou assistência financeira.
Entre os projectos a serem negociados inclui-se um “corredor aéreo” com a República Democrática do Congo, composto por uma ou mais companhias aéreas e uma rede de aeroportos regionais, que permitiria ao país ultrapassar as suas dificuldades em termos de transportes.
Segundo Rotberg, o Banco ExIm quer também virar-se para investimentos agrícolas, dada a grande disponibilidade de terras férteis disponíveis, contribuindo para alimentar o continente e também para criar uma indústria, cujo valor pode saltar dos actuais 280 mil milhões de dólares para 880 mil milhões nos próximos anos.
“Uma vez que a África a sul do Saara será a parte do mundo com mais rápido crescimento até 2100, qualquer coisa que a China possa fazer para ajudar o continente a ter melhores infra-estruturas, cultivar alimentos, electrificar as suas redes e obter água potável para consumo e irrigação, irá melhorar o bem-estar dos africanos e a prosperidade dos respectivos países”, refere o investigador. (macauhub)
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miércoles, 4 de diciembre de 2013

The Mozambican government approves Moatize railway construction-Macuse


The Mozambican government approves Moatize railway construction-Macuse

Railroad construction of 525 kilometers from Moatize in Mozambique's Tete province, to Macuse in the province of Zambezia, and a port terminal will be awarded to a private construction company, said Tuesday a government spokesman.
Alberto Nkutumula said the Cabinet has approved a decree establishing the conditions for granting the Moatize railway / Macuse and the port terminal facilities Macuse in Namacurra district in the province of Zambezia.
Nkutumula told the Daily News that the decree establishing the legal basis for the concession to a private operator, construction, operation, maintenance and facilities management building and commercial exploitation.
The newspaper added that the project will cost an estimated 3,500 million dollars and Thai Italthai Engineering group are considered the best candidates for the project.
The Thai group is competing against the consortium ZLS (Zambezi Logistics System), formed by the Company of China Communications Construction, Aurizon of Australia and Mozambique investe Logistics and Engineering SPI / Patel / Grindrod group with Indian and South African investors .

jueves, 7 de noviembre de 2013

Aeroportos de Mozambique y Nucleo de Comunicación y control firman contrato suministro Sistema de control trafico aereo

ADM, E.P. e Núcleo de Comunicação e Controlo, SLU assinam contrato para fornecimento de sistemas de controlo de tráfego aéreo

A empresa Aeroportos de Moçambique (ADM, E. P.) e Núcleo de Comunicação e Controlo, SLU assinaram no passado mês de Agosto em Maputo, um contrato para fornecimento de sistemas de controlo de tráfego aéreo para FIR da Beira.
O contrato foi rubricado pelo Presidente do Conselho de Administração da ADM, Emanuel Chaves e pelo Administrador delgado da empresa espanhola, Núcleo de Comunicação e Controlo, Marcos Gonzalez Puente. Falando durante o acto Emanuel Chaves referiu que com implementação do projecto espera-se que haja uma cobertura regional em ADS-B que permita a troca de dados a qualquer momento.