domingo, 12 de abril de 2015

Frota de barcos de pesca da Empresa Moçambicana de Atum fica completa em Maio

Frota de barcos de pesca da Empresa Moçambicana de Atum fica completa em Maio

A frota de barcos de pesca da Empresa Moçambicana de Atum (Ematum) fica completa em Maio próximo, mês em que se prevê cheguem as últimas seis embarcações que se irão juntar às 18 já recebidas, informou o jornal Notícias, de Maputo.
A Ematum, uma empresa de capitais públicos e privados para a pesca de atum e outros recursos marinhos, foi criada em 2013, devendo a sua frota comportar um total de 24 embarcações, sendo 21 para a faina e as restantes três para apoio.
De acordo com a informação prestada quinta-feira em Maputo no decurso de um encontro destinado à divulgação junto do sector privado nacional das oportunidades de negócio que se abrem no âmbito da cadeia de valor do atum, as embarcações da empresa têm capacidade para 30 toneladas de pescado e uma autonomia de dez dias no mar.
A primeira grande oportunidade de negócio tem a ver com a formação e recrutamento de pessoal moçambicano para operar os barcos, com o objectivo de se ir gradualmente substituindo os técnicos estrangeiros que maioritariamente compõem as tripulações.
Outras oportunidades estão nas áreas de fornecimento de mantimentos para os tripulantes, peças sobressalentes, óleos lubrificantes e combustíveis, anzóis, equipamentos de segurança, empresas de processamento de atum e derivados e outros utensílios que actualmente são importados de países como Venezuela, China, Coreia e Estados Unidos de América.
O ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas, Agostinho Mondlane, que participou no encontro, disse que o governo decidiu criar a Ematum, no âmbito da execução do Plano Director das Pescas 2010-2019, tendo em atenção o potencial disponível na zona costeira do Oceano Índico, incluindo Moçambique. (Macauhub/MZ)

Mozambique Gas Fields


Caminhos de Ferro de Moçambique procuram fundos para expandir rede

Caminhos de Ferro de Moçambique procuram fundos para expandir rede

A empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique pretende angariar 2,3 mil milhões de dólares para financiar o plano integrado de desenvolvimento da rede ferroviária e de instalações portuárias, afirmou em Maputo o presidente da estatal.
À margem da cerimónia de encerramento do XIX Conselho de Directores da CFM, o presidente Victor Gomes indicou que com fundos próprios a empresa iniciou a reparação da linha de Sena, que liga a região carbonífera de Moatize ao porto da Beira, de acordo com o matutino Notícias, de Maputo.
Em curso estão os estudos para a elaboração do Projecto de Reabilitação, Modernização e Expansão da Linha de Machipanda, para a elaboração do projecto de modernização e expansão da linha de Sena, do ramal da Vila Nova de Fronteira, bem como o de viabilidade técnica, económica e ambiental para a expansão do Terminal Petrolífero do porto da Beira.
Victor Gomes salientou estarem em nível avançado de execução o projecto de reconstrução de duas pontes na linha de Ressano Garcia, uma ao quilómetro 78 e outra ao quilómetro 74 bem como o de construção da linha de caminho-de-ferrp Moatize/Nacala (através do Malaui) e o projecto de recuperação do porto de Nacala.
Durante dois dias os responsáveis da CFM procederam ao balanço e avaliação do desempenho produtivo, económico e financeiro no exercício de 2014 e analisaram o relatório de desempenho económico e financeiro bem como o ponto de situação dos grandes projectos ferroviários e portuários. (Macauhub/MZ)

Grupos da China bem posicionados para compra do português Novo Banco

Grupos da China bem posicionados para compra do português Novo Banco

A proposta não-vinculativa mais elevada para a compra do português Novo Banco foi apresentada por um grupo chinês e excede 4 mil milhões de euros, noticiou o Expresso Diário que, no entanto, não identificou o proponente.
O jornal Diário Económico noticia na sua edição de hoje que o Anbang Insurance Group Co., que opera na banca e seguros, e o grupo Fosun International Ltd, que já comprou a companhia de seguros Fidelidade e a Espírito Santo Saúde, apresentaram propostas rondando 4 mil milhões de euros para a compra do banco que ficou com os activos de qualidade do falido Banco Espírito Santo.
O Expresso Diário adiantou que o montante da proposta mais elevada é, mesmo assim, inferior à aplicação de 4900 milhões de euros feita no capital social do Novo Banco, pelo que representará sempre um prejuízo para o Fundo de Resolução que terá ser suportado pelo sistema bancário.
O diário sublinhou que as ofertas, ainda não vinculativas, têm várias condições e desenhos, pelo que não são directamente comparáveis, com alguns concorrentes a defenderem, por exemplo, um aumento de capital do banco.
Até ao final da próxima semana, dez dias depois da entrega das ofertas não-vinculativas, deverão ser escolhidos os candidatos que passam à segunda fase em que será apresentada a oferta vinculativa pelo banco bom saído da falência do Banco Espírito Santo. (Macauhub/CN/PT)

sábado, 11 de abril de 2015

Spanish consortium expecetd to be awarded management of cold-storage facility in Cabo Verde

Spanish consortium expecetd to be awarded management of cold-storage facility in Cabo Verde

A consortium of three Spanish companies is expected to be awarded the management of the cold-storage facility in Porto Grande, in Cabo Verde (Cape Verde) as it was the only candidate to move on to the second phase of the international tender launched by Cape Verdean port management company Empresa Nacional de Portos de Cabo Verde, reported weekly newspaper A Semana.
The technical and financial proposal submitted by the consortium formed by ATMLO, Frigoríficos del Grove and Frescomar, the latter set up in Mindelo for a long time, is still being analysed and a final decision is expected in the next few days.
The cold-storage facility of Porto Grande, inaugurated Tuesday by Prime Minister José Maria Neves, will only come into operation when the committee in charge determine the outcome of the tender, although the cold store machines are already operating.
Co-financed by Cabo Verde and Spain to a total of 12.7 million euros, the facility for storing and processing of fish, vegetables and meats took six years to build.
The president of Empresa Nacional de portos de Cabo Verde, Franklim Spencer, said the facility could receive around 700 tons of fresh produce for the domestic market or for export. (macauhub/CV)

jueves, 9 de abril de 2015

Aga Khan Development Network Mozambique

AKDN’s activities in Mozambique are concentrated in Cabo Delgado, the northernmost, and poorest, province of Mozambique. The Aga Khan Foundation (AKF) supports three programmes in the province: the Coastal Rural Support Programme (CRSP(M)), the Entrepreneur Development Initiative (EDI), and the Bridges to the Future (B2F) programme.
CRSP(M) was initiated in 2001 as an integrated programme of activities in health, education and rural development. It is working in five districts of Cabo Delgado province (Quissanga, lbo, Meluco, Pemba Metuge, and Macomia) with the aim of increasing food security and income generation opportunities, as well as health and education, for rural households, particularly women.
Bridges to the Future (B2F) works to strengthen the human resources of the province. In 2006, it provides scholarships and facilitates internships. English language courses and management training are also being delivered.
The Aga Khan Agency for Microfinance (AKAM) works in concert with AKF’s activities in the same province. Its primary objective is to provide loans to microenterprises and small businesses for income generating activities such as small-scale agricultural, fishing, retail and industrial enterprises.
AKDN has also made investments in the tourism infrastructure, first through purchase of the Polana hotel in Maputo. The Aga Khan fund for Economic Development has made significant investments in the refurbishment of the historic hotel.
Raising Rural Incomes While Revitalising Local Culture

SPOTLIGHT ON SOCIAL DEVELOPMENT

Raising Rural Incomes While Revitalising Local Culture

The vast majority of AKF beneficiaries are small producers whose livelihoods depend on income from selling their crops or the products they make. Their incomes are strongly affected by factors such as the level of technical knowledge, physical distance to markets, uneven competition due to national and international trade policies, devastation of war and limits on productivity caused by environmental degradation. More

Refinery on Horizon for Ethiopia

Africa Oil & Gas: Refinery on Horizon for Ethiopia

An Oil Refinary Sample
An Oil Refinery Sample
An Ethiopian oil marketer, National Oil Ethiopia, is looking to establish a refinery in the Horn of Africa country, eliminating some of the government’s burden of importing costly refined petroleum products from international sources like India and countries in the Gulf region.
When, or if, the refinery moves forward it is slated to have a capacity to produce 20,000 to 30,000 bpd. It was not revealed where the financing for the refinery would come from.(Source: Africa petroleum)